Arquivo do mês de Março, 2009

DOM DADEUS DESAGRADA A LIDERES JUDEUS

Sábado, 28 de Março, 2009

Arcebispo afirmou que judeus não foram principais vitimas do nazismo

Ao sustentar que os judeus não foram as principais vítimas do nazismo, o arcebispo de Porto Alegre, dom Dadeus Grings, reabriu esta semana uma antiga ferida religiosa e estremeceu as relações da Cúria com a comunidade judaica.

Dom Dadeus afirmou à Press & Advertising, revista sobre imprensa e publicidade no Estado, que os católicos e ciganos foram mais sacrificados na II Guerra Mundial, “mas isso não aparece porque os judeus têm a propaganda do mundo”. A Federação Israelita do Rio Grande do Sul (Firs) divulgou nota repudiando as declarações.

Em seis páginas de uma entrevista concedida ao longo de quase duas horas e publicada na edição que começou a circular na quarta-feira, dom Dadeus responde a seis questões específicas sobre o Holocausto. Ao avaliar quem foi mais sacrificado pela máquina nazista, sustenta que os católicos foram “muito mais” vitimados do que os judeus.

– Os judeus falam em 6 milhões de mortos. O nazismo matou mais de 20 milhões de pessoas – compara.

Em outro trecho, comenta: 
– Os judeus se dizem as maiores vítimas do Holocausto. Mas as maiores vítimas foram os ciganos. Foram exterminados. Isso eles não falam. Os judeus têm a propaganda do mundo.

A Firs lançou nota lamentando o teor da entrevista: “Não é a primeira vez que o religioso se refere ao Holocausto de forma distorcida. Nós, brasileiros de todas as origens, construímos através de décadas uma tradição de convivência pacífica e harmoniosa”. O texto diz ainda que dom Dadeus reproduz “estereótipos criados pelos nazistas”. Ao citar que não é a primeira vez que o líder católico faz referência ao Holocausto, a nota oficial remonta a um artigo de dom Dadeus de 2003.

Em fevereiro, bispo inglês questionou Holocausto

Além de mencionar a tese de que os cristãos foram as vítimas preferenciais do nazismo, defendeu que, em vez dos 6 milhões de mortos contabilizados pelos judeus, o número correto seria 1 milhão. O episódio era dado como superado pelas autoridades religiosas judaicas gaúchas, mas agora acabou reavivado.

– Morreram muitos católicos, mas não morreram por serem católicos, essa é a diferença do Holocausto. No caso do massacre da população judaica, estava implícito que estavam sendo mortos por serem judeus – opina o historiador Voltaire Schilling.

Em fevereiro, o bispo inglês radicado na Argentina Richard Williamson provocou polêmica mundial ao questionar a veracidade do Holocausto. Ele teve de deixar o país e, mais tarde, pediu perdão publicamente sob pressão do Vaticano.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2455099.xml&template=3898.dwt&edition=11985&section=1003 

ANIMAIS

Sexta-feira, 27 de Março, 2009

Proibida campanha publicitaria que compara vitimas do Holocausto a gado

Berlim, 26 mar (EFE).- O Tribunal Constitucional alemão proibiu a veiculação de uma campanha publicitária da organização de proteção dos animais Peta que compara as condições da criação extensiva de gado com as das vítimas do Holocausto nos campos de concentração nazistas.

A sentença divulgada hoje proíbe a Peta de continuar com a campanha iniciada em 2004 com o slogan “O Holocausto em seu prato”, na qual comparava imagens de prisioneiros de campos de concentração nazistas vivos e mortos com as de animais enjaulados ou acorrentados em estábulos.

Desta forma, o tribunal ratifica uma sentença anterior de uma corte da cidade de Berlim após um processo apresentado pelo Conselho Central dos Judeus na Alemanha e contra o qual a Peta tinha apelado.

Embora considerem que a campanha não atenta contra a dignidade humana, os magistrados do Tribunal Constitucional alemão confirmam em sua sentença que os anúncios violam os direitos de personalidade e imagem dos judeus na Alemanha.

Segundo os juízes do tribunal, de forma similar à negação do Holocausto, crime tipificado na Alemanha, a campanha da Peta “representa um grave atentado também contra a personalidade dos judeus de hoje”. EFE

http://www.abril.com.br/noticias/mundo/proibida-campanha-publicitaria-compara-vitimas-holocausto-gado-325297.shtml 

NAO É CRIME

Domingo, 22 de Março, 2009

Não é crime negar a existência do holocausto

POR FÁBIO TOFIC SIMANTOB

A polêmica entrevista concedida pelo bispo Richard Williamson, contrariando a versão oficial sobre o holocausto, reacendeu a discussão sobre a criminalização de algumas condutas, como a tipificação penal na Alemanha da chamada “mentira de Auschwitz”.

Como os boatos ajudam a agigantar a polêmica, é salutar ler ou ouvir a entrevista para verificar que não se trata propriamente de negar o assassinato de judeus na Alemanha nazista; a controvérsia suscitada pelo bispo refere-se às câmaras de gás, as quais, na opinião dele, há evidências históricas de que não existiram.

Há neste episódio questões a serem distinguidas. Os fatos históricos são parte integrante da personalidade do homem, sua lembrança é muitas vezes a razão de existir de um povo, é o traço que marca sua identidade cultural. Um povo sem memória não é povo; não há cultura sem história, de modo que, para existir, o homem necessita acreditar em algumas verdades históricas indubitáveis, aquelas verdades históricas que assumem a mesma certeza dos fatos naturais. Não se pode eliminar esta prerrogativa do homem sem mutilar-lhe o espírito.

Como o holocausto, em poucas décadas, se tornou um fato inerente à história judaica, qual a escravidão no Egito e o suicídio coletivo em Massada, é natural que, ao se depararem com um bispo negando a existência das câmaras de gás, milhares de judeus e também de não judeus espalhados por todo o mundo se indignem com o clérigo. Com suas teses, o sacerdote não só ofende um povo, para quem a lembrança do holocausto já é parte indissociável da sua cultura — há até data para lembrá-lo — como investe também contra alguns homens e mulheres ainda vivos cujos pais e até filhos viraram cinzas em campos nazistas, dupla agressão a um povo que não abre mão de enterrar seus mortos.

Os afro-descendentes sentir-se-iam igualmente ofendidos se alguém se atrevesse a negar a escravidão no Brasil, assim como os índios se sentiriam se lhes dissessem que seus antepassados não foram dizimados na América espanhola.

Há duas coisas, porém, a se distinguir. Entre ser o representante do Vaticano persona non grata — ou, como virou moda falar, um sujeito politicamente incorreto — e haver crime na sua conduta, há uma enorme diferença.

Em pleno século XXI não podemos admitir o crime de opinião, por mais vil e torpe que possa ser a idéia manifestada. Não há melhor antídoto contra as idéias estapafúrdias do que o debate, amplo, aberto e democrático. As verdades históricas, assim como os fatos da natureza, estão aí para serem contestados, basta que se apresentem argumentos convincentes, capazes de infirmar as verdades pré-existentes. Não podemos esquecer que a construção do mundo moderno, os avanços tecnológicos, a descoberta do espaço só foram possíveis graças à possibilidade do homem contestar dogmas e verdades pré-estabelecidas.

Pelo fato de ainda estarem abertas as feridas do holocausto, parece difícil aceitar democraticamente a sua contestação, mas basta um distanciamento histórico para percebermos que só o debate democrático permitiu a contestação do dogma milenar de que os judeus mataram Cristo. Sem o debate, os judeus estariam até hoje sendo expiados pelo crime que não cometeram (o Concílio do Vaticano II rompeu com a tradição cristã de atribuir a culpa pela morte de Cristo aos judeus).

Poder-se-á dizer: o que uma coisa tem a ver com a outra? Por que reviver esta questão que parece estar esquecida (embora do filme do Mel Gibson não seja tão antigo assim…)? A correlação entre os dois episódios da história não é tão sem sentido. O anti-semitismo nasce porque os judeus passam a ser acusados de ter matado Cristo. Antes disto, os conflitos entre o povo judeu e seus invasores, não tinham conotação anti-semitica, mas traduzia apenas o movimento de expansão territorial da época pelos povos mais militarizados.

Os pretextos podem ter se diversificado ao longo dos mil e quinhentos anos que vão da morte de Jesus à inquisição, mas a origem do anti-semitismo é indiscutivelmente a morte do judeu de Nazaré. O holocausto, por sua vez, é o ponto culminante de uma onda de anti-semitismo moderno surgida na Europa em meados do século XIX (cujo maior símbolo é sem dúvida o processo contra o capitão Dreyfus). Ambos os eventos, o holocausto e a morte de Cristo, sempre são negados, no caso do primeiro, ou afirmados, no caso do segundo, quando se pretende camuflar um sentimento anti-judaico.

Não queremos confundir alhos com bugalhos. Holocausto é uma coisa e morte de Cristo é outra. Fato é, porém, que mostrar as conseqüências funestas de um fato histórico mal interpretado, como a morte de Cristo (neste sentido, vide a obra de Chaim Cohn, juiz da Suprema Corte israelense “Julgamento e Morte de Jesus”), ajuda a entender como é importante para todos nós, judeus, negros, alemães, enfim, para todos os povos, aceitar o debate em torno das verdades históricas, sem intimidação de ordem jurídico-política aos partidários de qualquer uma das versões.

Os judeus sobreviventes fizeram a sua parte, registrando milhares de depoimentos e testemunhos sobre os horrores nos campos. Prender o bispo não fará vencer o debate; melhor é ouvi-lo e confrontá-lo.

 Revista Consultor Jurídico, 2 de março de 2009

 

http://www.conjur.com.br/2009-mar-02/negar-holocausto-nao-crime-porque-nao-existe-crime-opiniao

NEGAÇAO NAO É UM PROBLEMA CRIMINAL

Domingo, 22 de Março, 2009

Criar leis contra os negadores do Holocausto é parte de uma tendência perigosa.

 

 Na edição de 3 de outubro, o Jewish Chronicle veiculou a história da prisão do negacionista alemão Frederick Toben, no aeroporto Heathrow e em virtude de um mandado europeu expedido pelo governo alemão. O Sr. Toben é atualmente um cidadão australiano. Pouco importou: ele chegou a Heathrow dos Estados Unidos, rumo a Dubai. A Policia Metropolitana o prendeu por acusações do governo alemão de que ele tem persistido em postar material na internet que nega ou “minimiza” o Holocausto Judeu praticados pelos Nazistas

 Em 1999, o Sr. Toben já havia cumprido pena em uma prisão alemã depois de publicar panfletos negando que extermínios em massa de judeus tivessem ocorrido em Auschwitz. Em seguida à sua aparição ante aos magistrados londrinos, no começo deste mês, um porta-voz do Community Security Trust foi citado por ter parabenizado a ação das autoridades britânicas em executar o mandado europeu e por ter expressado esperança de que “a lei alemã seja cumprida”.

 

 Eu espero que nada desse tipo aconteça com o Sr. Toben. Eu espero que o pedido de extradição seja repelido, para que o Sr. Toben mais uma vez esteja livre para andar pelo mundo negando o Holocausto com toda sua convicção. Eu tambem espero que este tipo de incidente nunca volte a acontecer neste país, e ainda que o governo britânico demande que as leis que criminalizam a negação do Holocausto na Alemanha e na Áustria sejam revogadas o quanto antes.

 

 Um grande estardalhaço foi feito pela mídia a respeito do péssimo tratamento recebido por Toben. Minha colega colunista do Jewish Chronicle, Melanie Philips, condenou corretamente o tratamento dado ao negacionista como um atentado contra a Liberdade de Expressão. No dia 10 de outubro, Anshel Pfeffer corretamente argumentou pelo JC que perseguir negadores do Holocausto é jogar dinheiro fora, servindo apenas para dar a esses “cretinos odiosos” a atenção que eles querem. Eu concordo plenamente com tudo isso, mas minhas preocupações com o caso Toben vão muito além.

 Minha preocupação tem a ver com a alarmante tendência dos Estados em criminalizar o passado, e em particular com uma proposta deplorável que está sendo considerada pela União Européia de obrigar seus membros à impor, por meio de leis, determinadas interpretações da História, sob o disfarce de “combater o racismo e a xenofobia”. Esta proposta vem (adivinhe…) do governo alemão, cujo Ministro da Justiça aparentemente pretende criar uma situação onde “publicamente negar, consentir ou banalizar vulgarmente crimes de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra” seria sujeito a punição de um a três anos de cadeia em toda a União Européia.

 

 Pergunte-se como uma lei louca como esta será colocada em prática, e quais serão os resultados. Pergunte-se quem decidirá se um determinado evento histórico pode ser considerado “genocídio”. Pergunte-se sobre os parâmetros utilizados para a mensuração da banalização dos crimes de guerra, num montante em que estes poderão ser caracterizados como “vulgares”.

 

 Mas enquanto você começa a responder estas perguntas, tenha em mente o seguinte: na Turquia, atualmente é um crime afirmar que o tratamento dado aos Armênios pelos Otomanos há aproximadamente 90 anos tenha sido um genocídio. Mas na Suíça o crime é exatamente o contrário! Em 1995, um reconhecido historiador judeu, Bernard Lewis (nascido em Stoke Newington e agora professor na Universidade de Princteon), foi condenado por ter escrito um artigo na França (Jornal Le Monde), argumentando que apesar da brutal repressão contra os Armênios, não era este um genocídio pelo fato do massacre não ter sido realizado pelo governo e nem patrocinado pelo mesmo.

 

 Conforme o historiador britânico Timothy Garton Ash (professor em Oxford), recentemente nos recordou no “The Guardian” de 16 de Outubro, de acordo com uma lei francesa de 2001, a escravidão foi cosiderada crime contra a humanidade. Se eu estiver de férias na França, e for enquadrado negando que a escravidão tenha de fato sido um crime contra a humanidade, eu corro o risco de ser sentenciado perante os tribunais franceses? E se eu escapar para a Inglaterra, os “garotos de azul” vão me prender por causa de um mandado de extradição da UE expedido pela França? Ou vamos supor que eu declare que a matança de palestinos em Deir Yassin, em 1948 não pode ser considerada um crime de guerra. Se a proposta da União Européia for implementada, eu seria preso simplesmente por exercer meu julgamento profissional de uma maneira que chateou um propagandista árabe?

 

 O dever de um historiador é investigar, confrontar, desafiar e se necessário, corrigir a memória coletiva da sociedade. O Estado não deve ter participação neste processo, qualquer que seja. Certamente não no Reino Unido, que se considera um bastião de liberdade acadêmica.

 

 Geoffrey Alderman

 Outra manifestação judaica pró-revisionista pode ser lida aqui. É simplesmente Inacreditável!

 Fonte:The Jewish Chronicle 

 

http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=285

CONDENADO

Domingo, 22 de Março, 2009

Extremista alemão é condenado por negar Holocausto

 MUNIQUE (Reuters) – Um tribunal alemão condenou um advogado de ultradireita por três acusações de incitação ao ódio racial e por negar a ocorrência do Holocausto. Horst Mahler foi sentenciado a seis anos de prisão.

 

Mahler, 73 anos, ex-militante da esquerda, foi um dos fundadores da Fração do Exército Vermelho, mais tarde se tornou um ativista de direita e aderiu ao partido neonazista NPD em 2000. Na Alemanha, negar o Holocausto é crime passível de pena de cinco anos de prisão. Mahler é reincidente, e foi condenado a um ano adicional por não ter se arrependido, disse o tribunal. Ele foi indiciado depois de proferir um discurso no qual negou a existência do Holocausto, e depois de divulgar notas nesse sentido pela Internet. Durante o julgamento, até suas alegações finais, manteve sua postura.

 

(Reportagem de Jens Hack) 

 

http://www.abril.com.br/noticias/mundo/extremista-alemao-condenado-negar-holocausto-288094.shtml

HOLOCAUSTO EM DEBATE

Domingo, 22 de Março, 2009

 Bispo que negou o Holocausto perde direção de seminário argentino

 

Da EFE, em Buenos Aires

O polêmico bispo britânico Richard Williamson foi substituído do cargo de diretor de um seminário próximo a Buenos Aires, na Argentina, devido à sua negação do Holocausto judeu, informou nesta segunda-feira (9) Christian Bouchacourt, sacerdote superior do Distrito América do Sul da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. “As afirmações de monsenhor Williamson não refletem de modo nenhum a posição de nossa congregação”, disse a nota, que julgou os comentários do bispo “inoportunos”.

“É evidente que um bispo católico não pode falar com autoridade eclesiástica, mas sobre matérias concernentes à fé e à moral. Nossa Fraternidade não reivindica nenhuma autoridade sobre outras questões”, diz a nota.

O bispo britânico dirigia desde 2003 o seminário “Nossa Senhora Corredentora”, que a Fraternidade Sacerdotal São Pio X possui na cidade da Grade, a cerca de 40 quilômetros.

Em declarações à revista alemã “Der Spiegel”, Williamson afirmou que por enquanto, apesar do pedido do papa Bento XVI , não pensa em se retratar de sua negação do Holocausto, que causou alvoroço no mundo todo pois coincidiu com sua reabilitação e a de outros quatro religiosos lefebvrianos. Ele disse que, para mudar de ideia, precisa de provas

“Revisionismo sempre houve e sempre existirá” 

Linguista corrobora a opinião de bispo inglês sobre o Holocausto

O linguista Altair Reinehr concedeu ao Expresso uma entrevista na quarta-feira. Ele defendeu a atitude do bispo inglês Richard Williamson, que não aceitou se retratar de declarações para a revista alemã Der Spiegel em que negava o genocídio de seis milhões de judeus nos campos de extermínio nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. Reinehr, que mora em Maravilha e é membro da Associação Nacional de Pesquisadores da História das Comunidades Teuto-Brasileiras, participou, nos últimos anos, de inúmeras controvérsias historiográficas sobre a 2ª Guerra Mundial e o Holocausto mediante artigos publicados em jornais de todo o Estado.

Reinehr asseverou ao Expresso que as acusações de genocídio contra os nazistas são produto de uma “lavagem cerebral” feita pelos países que venceram a 2ª Guerra. Leia a íntegra da entrevista.

Expresso d’Oeste - O bispo inglês, Richard Williamson, hoje administrador dum seminário em Buenos Aires, disse, em recente entrevista, que o Holocausto é uma farsa, e que não foi um fato verídico. Qual é a sua opinião a respeito?

Altair Reinehr – Esta é hoje a opinião convicta, não só do bispo Williamson, mas de todas as pessoas críticas e esclarecidas sobre este polêmico assunto. (Holocausto, segundo os dicionários, significa: “sacrifício em que a vítima era queimada inteira; imolação”.) Pois bem, segundo alguns “estoriadores”, em alguns KZ-Lager [sigla que designa os campos de concentração nazistas] administrados pelos alemães, teriam sido cavados enormes buracos – 3 a 6 metros de profundidade – onde as pessoas teriam sido atiradas e queimadas vivas. Constatou-se que na região de Auschwitz os lençóis freáticos eram bastante superficiais, nunca tendo mais de 1,5 metros de profundidade. Assim, teriam os alemães queimado pessoas em enormes açudes. Além disso, também já se sabe hoje, que nos ditos locais, onde teriam existido as câmaras de gás, segundo diversos experts, não havia as mínimas condições técnicas para tal. Portanto, o Holocausto é uma “estória” cada vez mais vulnerável.

EO Há muitas pessoas que compartilham da opinião do bispo Williamson?

AR - Estas pessoas são hoje incontáveis e estão por todo o mundo. O mais curioso é o fato de judeus eminentes, cultos e de respeito já puseram em xeque esta história. Vou citar só quatro deles: o professor Ph.D da Sorbonne, Roger Dommergue Polacco de Menasce (Leia-se: Auschwitz e o Silêncio de Heidegger); o professor Ph.D Norman Finkelstein, americano, filho de pais, que estiveram no KZ-Lager de Sachsenhausen. (Leia-se A Indú$tria do Holocau$to. Atentem para a grafia do título…); Ezra Pound, Poeta judeu-americano, que falava apenas 12 distintos idiomas, fluentemente…[NAO-JUDEU. Red.]  Em 1943, ele foi morar na Itália, onde produzia e apresentava um programa radiofônico diário, dando pau nos yankees e defendendo Mussolini e Hitler… Estranho, não é mesmo?

EO - O senhor tem informações a respeito de políticos que também questionam a veracidade do Holocausto?

AR - Com certeza. E quando assumem tal posição, a sua carreira entra na reta final. São exemplos disso: Stefan Heitmann [político alemão, jurista da ex-Alemanha Oriental], na Alemanha; Jörg Haider [político austríaco ultra-nacionalista, governador do estado da Caríntia, morto em outubro de 2008 em um acidente de carro], na Áustria; Vladimir Shirinowski [político nacionalista russo], na Rússia; general Lino Oviedo [general e político paraguaio, Oviedo foi candidato a presidente do país em 2008. Esteve asilado no Brasil após o assassinato, em 1999, do vice-presidente Luis María Argaña, de cuja autoria foi acusado pela Justiça paraguaia.], no Paraguai. Isto para mencionar apenas quatro. O Presidente do Irã é o único em quem ainda não ousaram botar as mãos, mas está sendo ameaçado. Nas fileiras do clero e do mundo artístico, seguidas vezes alguém pia, mas é imediatamente calado, por bem ou na marra. Estranha liberdade de expressão…

EO - As suspeitas de que o número global de mortos do Holocausto tenha sido inflado se fundam em que fatos?

AR - A guerra houve. E onze anos após o seu término – 1956 – a Cruz Vermelha Internacional publicou o seguinte: “O total de óbitos, em todos os campos administrados pelos alemães, é de 293.310.” E acrescenta que os mortos eram de diferentes etnias, religiões e classes sociais. E que a causa mortis era devida a diferentes fatores. Deste número até 6 milhões de judeus vai uma pequena diferença. É um ótimo meio para encobrir os crimes cometidos pelos Aliados, sem deixar de considerar que os alemães sempre foram crédulos e bons pagadores… Assim mesmo, a rudimentar aritmética desmente esta hiperbólica metáfora.

EO - Quais outros grupos étnicos, além dos judeus, foram vitimados nos campos de extermínio alemães?

AR - Os Campos de Concentração dos alemães – na verdade – recebiam todas aquelas pessoas, que não acatavam as Leis do país, independente de religião, ou de etnia. É interessante lembrar que Hitler não mudou uma vírgula na constituição da Alemanha para pôr o seu projeto de governo em prática! Mas houve uma grande diferença: as leis eram iguais para todos, na prática.

EO O senhor quer dizer que havia, sob o regime nazista, igualdade civil entre todos os cidadãos alemães, incluindo os judeus? Ou o senhor reconhece que havia leis anti-judaicas vigentes na Alemanha de Hitler, mas acredita que elas não eram executadas?

AR — Efetivamente, na constituição da Alemanha — a lei maior — os nacional-socialistas não mexeram. Eles tiveram, sim, o programa do partido, constituído de 25 artigos e publicado em 22 de maio de 1926, no qual afirmavam que, em suas idéias centrais, o programa era imutável. (Deixaram claro que no decorrer do tempo, poderia e deveria haver adaptações.) Apesar das severas restrições aos judeus, aqueles que cumpriam as leis não tiveram maiores problemas. Exemplo: o presidente das Frentes de Trabalho – espécie de ministro – era o judeu Robert Ley, que freqüentou livremente a Sinagoga, até o final. Aquela maciça carga contra os judeus – na minha avaliação – é uma “sinédoque” (figura de linguagem que consiste em tomar o plural pelo singular, o todo pela parte, o gênero pela espécie e vice-versa), sobre a qual ninguém ainda ousou pensar. Afinal, como Robert Ley teria chegado àquele posto? Sabe-se que a norma era expulsar do país – não só os judeus – mas todos aqueles que não queriam cumprir as leis.

EO - Existe a possibilidade de os revisionistas do holocausto conseguirem popularizar as suas teorias?

AR - Revisionismo sempre houve e sempre existirá. E nenhuma pessoa de boa índole – amiga da verdade verdadeira, e não da verdade conveniente, ou de ocasião – se escandaliza com isso. O que estranha é que quando o óbvio acontece – quando fatos referentes à II Guerra Mundial até aqui ocultados ou mantidos a sete chaves são trazidos à luz do dia – há pessoas, que entram em parafuso.

EO - A Igreja Católica foi conivente com o Holocausto?

AR - O que hoje acontece é o seguinte: um determinado grupo de pessoas vive atacando a Igreja em aspectos nos quais ela não deve ser atacada, mas a apóia quando erra. É claro que não são Cristãos. O Papa Pio XII é o mais alvejado. Antes de ser Papa, Eugênio Pacelli foi Núncio Apostólico na Alemanha e como tal conhecia bem a realidade de então. Quando Papa, empenhou-se ao máximo para evitar a guerra. E o que pouca gente sabe, uma semana antes da eclosão da II Guerra Mundial, Pio XII apresentara um plano de mediação, que foi aceito por Hitler e por Mussolini, mas rejeitado pela França, Inglaterra, USA e Polônia. Hoje, lendo livros mais recentes sobre tal assunto – inclusive teses de doutorado – fica-se atônito com as barbaridades, que chegam à luz do dia. E os mentirosos do século XX tremem em suas bases, afinal, quem ganha uma guerra sempre tem razão. Mas no final – com certeza – a verdade vencerá.

EO Mas, neste assunto específico do Holocausto, todos os governos alemães do pós-guerra concordam com a versão que sustenta que seis milhões de judeus foram assassinados pelos nazistas. Ademais, o Papa Josef Ratzinger, alemão, também confirma a veracidade do genocídio. Como o senhor explica isso?

AR - Os vencedores de uma guerra são sempre os heróis e os perdedores, os bandidos. Os vencedores contam a história como lhes convém e os vencidos devem dizer amém. 0 que acontece na Alemanha – neste tocante – é um caso único na história do mundo. Ridículo seria, se trágico não fosse. O atual Papa, “Josef Alois Ratzinger”, dispensa comentários… Ele tem um currículo bem conhecido. Interessante, porém, de se levar em conta é o fato de a Alemanha ainda hoje não ter uma constituição (Verfassung), mas apenas uma lei fundamental (Grundgesetz), que não foi escrita por juristas alemães, mas pelos vencedores da II Guerra, com o aval de alguns alemães, adversários do ex-regime. E a ordem é cumpri-la. Além disso, esta submissão também é resultante da derrota numa guerra daquelas proporções, meio século de ocupação e da mais diabólica lavagem cerebral até hoje efetuado num povo inteiro.

EO - As autoridades religiosas judaicas têm razão quando dizem que o anti-semitismo na Igreja Católica ainda não foi erradicado?

AR - A palavra semitismo está mal empregada! Vejamos: os judeus são semitas, assim como os etíopes, os iraquianos, os jordanianos, libaneses, turcos e muitos outros. Se cristãos e judeus estão “de bico”, é por questões ideológicas. Vejamos ainda: judaísmo é uma religião; hebreu é o elemento étnico; israelense é a pessoa que tem a cidadania de Israel; sionismo (hoje tem outro sentido que há cem anos) é um movimento político, racista, a serviço dos interesses de Israel. E por ser racista, foi condenado pela ONU, com o voto do Brasil, inclusive. 0s judeus nunca aceitaram a filosofia do cristianismo.

EO O Papa Bento XVI proibiu o Bispo Richard Williamson de exercer suas funções enquanto não se retratar de suas afirmações de que não acredita no Holocausto. Qual é a sua opinião?

AR - Herr Ratzinger — como faço questão de chamar o sucessor de São Pedro — está dentro da sua linha e já fez coisas piores, que em nada somaram para o cristianismo. O Bispo Richard Williamson deve seguir a voz de sua consciência e não ceder a pressões, nem compactuar com asquerosas mentiras, só porque um “superior” assim o exige. O Bispo Williamson sabe o que “Herr Ratzinger” finge não saber, mas que o mundo esclarecido já sabe há tempo. 

 Expresso do Oeste  13 de Fevereiro de 2009

 http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=178748&id_secao=1

JUDEUS SAUDAM EXPULSAO

Domingo, 22 de Março, 2009

Judeus saúdam expulsão de bispo que negava o Holocausto

Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO (Reuters) – Líderes judaicos mundiais elogiaram na sexta-feira a decisão da Argentina de expulsar do país um bispo católico ultratradicionalista que provocou furor internacional ao negar a extensão plena do Holocausto. Um grupo pediu que outros governos sigam o exemplo da Argentina e reprimam o antissemitismo e a negação do Holocausto em seus países.

O governo argentino anunciou na quinta-feira que ordenou ao bispo Richard Williamson que deixe o país em dez dias ou será expulso. Williamson vive na Argentina há anos. ”O governo da Argentina promoveu a causa da verdade e desferiu um golpe contra o ódio”, disse Elan Steinberg, vice-presidente do Agrupamento Americano de Sobreviventes do Holocausto e Seus Descendentes.

Williamson, que até o início deste mês dirigiu um seminário tradicionalista nas proximidades de Buenos Aires, disse que não houve câmaras de gás e que não mais de 300 mil judeus morreram nos campos de concentração nazistas na Alemanha, em lugar de 6 milhões, uma cifra que é largamente aceita.

“Essa decisão é louvável, mais ainda porque o governo argentino deixa muito claro que os negadores do Holocausto não são bem-vindos no país”. disse Ronald Lauder, presidente do Congresso Judaico Mundial.

Williamson foi um dos quatro bispos ultratradicionalistas cujas excomunhões foram revogadas pelo papa Bento 16 em janeiro. A decisão do papa de abrir a porta para ele ser plenamente readmitido na Igreja foi criticada fortemente por judeus e muitos católicos. Lauder, do CJM, disse que espera que a iniciativa argentina inspire outros países a tomar medidas contra aqueles que negam o Holocausto.

“Infelizmente, outros países e governos se mostram menos inclinados a reprimir as tentativas de denegrir as vítimas da Shoah”, disse Lauder, usando o termo hebraico para Holocausto. O Vaticano não comentou a ordem de expulsão dada pela Argentina, país de maioria católica e que tem uma das comunidades judaicas mais antigas fora de Israel. O Vaticano ordenou a Williamson que se retrate. O bispo britânico respondeu que precisa de mais tempo para rever as “evidências”.

A negação do Holocausto é um crime na Alemanha, onde Williamson fez as declarações em 2008 que foram transmitidas pela televisão sueca no mês passado. Promotores públicos da cidade alemã de Regensburg estão investigando o bispo por suspeita de incitamento.

 20.02.09

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/20/judeus-saudam-expulsao-de-bispo-que-negava-holocausto-754512379.asp

A QUESTAO DO HOLOCAUSTO

Domingo, 22 de Março, 2009

O  HOLOCAUSTO

Joaquim Reis

 A questão do Holocausto deve interessar não só os Alemães, mas todos os europeus e, dum modo geral, todo o Mundo. Por quê? Porque a absurda difamação lançada contra os Alemães de que 6 milhões (!) de judeus foram assassinados em câmaras de gás durante a II Guerra Mundial é o mais infamante labéu que se possa lançar sobre a Humanidade. O próprio facto de a sua negação e  investigação objectiva da sua historicidade serem condenadas em vários países, mormente na Alemanha, e punidas com anos de prisão, é, em sim mesmo, a prova de que estamos perante uma monstruosa mentira. Mas é preciso ir mais além na comprovação científica de tal hipotética ocorrência. Mas isso ainda não é possível, porque o Holocausto tem sido uma “indústria” para os judeus e para Israel, como afirmou o judeu norte-americano Norman Finkelstein em livro da sua autoria. Ele tem permitido que a Judiaria, em geral,  e Israel, em particular, exerçam sobre a Alemanha, e até mesmo sobre a Europa, um poder quase absoluto, que engendra miséria, baixeza, injustiça e até a guerra.

      Esta monstruosa fabulação tem tido, e continua a ter, o apoio da maior potência militar existente, os Estados Unidos da América, nação onírica, nefelibata, que se embala pela TV,  por Hollywood, pelos grandes órgãos da Imprensa, todos dominados pelos Judeus, capitalistas super-ricos, que de facto administram a nação a seu bel-prazer, materializando-a, engordando-a ou proletarizando-a, com esses meios materialistas que seduzem meio mundo, o mundo de baixo. A “América” é, pelo menos por enquanto, uma nação debochada e perdida. Geradora, não de verdadeira riqueza, mas de moeda falsa, que imprime quanto baste para os seus criminosos objectivos, poderia, se fosse uma verdadeira nação generosa e humanitária, como julga ser,  em vez de bombas criar bem-estar moral e físico, não mortes às centenas de milhares, e mutilados (quantos?), e a miséria moral e física que se tem observado.

       Os judeus, assim como roubaram e pilharam a Palestina, expulsando e matando a população nativa, também se apoderaram dos USA, sobre os quais mantêm um domínio incontestável. E, contudo, são os Alemães os bandidos e assassinos, e toda a Europa “a cup of tea” para os gananciosos super-capitalistas, que do nada fazem dólares, e dos dólares fazem poder e propriedades.

       O Holocausto é a degradação da Humanidade, e todo o Cristão consciente da realidade deveria, porque é cristão – logo piedoso e caridoso – se é um Cristão autêntico – procurar por todos os meios descobrir, certificar-se, constatar que existe um Satanás – o Inimigo – nesses judeus e judaizantes que querem levar a Humanidade para o Inferno, o verdadeiro Holocausto final.¶

  28.2.2009

 

NAO HOUVE GASEAMENTO DE JUDEUS

Domingo, 22 de Março, 2009

Bispo Williamson: “Não houve gaseamento de judeus”

22/1/2009

 Estamos no limiar de uma nova era, que devassa desde o campo financeiro até o histórico

 

 O segundo concílio do Vaticano (1962-1965) culminou com um distanciamento do ensinamento de Cristo. Em conseqüência disto, o Bispo Marcel Lefebvre criou uma própria comunidade religiosa para pregar e continuar o autêntico ensinamento cristão: a Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

 

 A Fraternidade ganha cada vez mais adeptos, enquanto a “igreja traidora” tem que registrar cada vez mais dissidências. As pessoas refletem cada vez mais e confiam cada vez menos em Ratzinger, que condena silenciosamente desde o casamento entre homossexuais até o aborto, mas que na verdade convive com o sistema. O ápice de sua hostilidade a Jesus foi sua visita à sinagoga de Colônia. Além disso, ele luta em prol da construção de Mesquitas em terras cristãs. Ele trai, portanto, a cristandade. E o que é pior, ele faz papel de garoto-propaganda para a religião do Holocausto. Crentes fiéis do ensinamento de Cristo sentem-se ofendidos e vendidos pelo Vaticano, e passam a aderir à Fraternidade São Pio X.

 

 Pelo fato da Fraternidade vir satisfazendo cada vez mais pessoas, o Vaticano viu-se obrigado a amenizar suas críticas à Fraternidade, apesar dos gritos da oposição em Israel. Na esperança de receber a Fraternidade sob o manto do Vaticano, o Papa trouxe novamente a missa em latim e a oração da Sexta-feira Santa, na qual se reza para que os filhos do povo eleito, como o restante das pessoas, possam chegar a reconhecer Jesus Cristo e sua Igreja.

 

 
”Em matéria de Holocausto eu me junto aos Revisionistas. Nenhum judeu foi morto em câmaras de gás.”

 ”Em maio do ano passado, o Vaticano redigiu finalmente uma explicação, segundo a qual a Fraternidade São Pio X é uma associação reconhecida pelo Vaticano.” [Spiegel, 4/2009, Pág.32] Mais ainda em maio de 2005, quando Ratzinger recebeu o expoente máximo da Fratenidade, Bernard Fellay e o responsável na Alemanha, Padre Franz Schmidberger, em sua residência de verão em Castelgandolfo. “Desde então vem acontecendo um freqüente trânsito diplomático.” [Spiegel, 4/2009, Pág. 32]

 

 Portanto, a Fraternidade São Pio X não é uma mera seita que possa ser ignorada pelo Vaticano. O fundador da Fraternidade, o Cardeal Lefebvre, incumbiu antes de sua morte seu irmão de fé, bispo Richard Williamson, a continuar sua obra. E assim, Monsenhor Williamson é bastante ativo na crescente comunidade da Alemanha. Bispo Williamson, em sua luta pela verdade, não tem muita consideração pela falsa Religião do Holocausto (veja abaixo o texto na íntegra da revista Spiegel):

 

 ”Um episódio que aconteceu à margem de uma cerimônia, ano passado, em Regensburg, poderia prejudicar as tensas relações entre católicos e judeus. Williamson viajou para Zaitzkofen, onde a Fraternidade realizou um seminário em um antigo castelo barroco, para consagrar o convertido sueco Sten Sandmark como novo decano da Pio X. Como essa conversão estava sendo considerada um escândalo pela igreja evangélica no extremo norte, o repórter de TV Ali Fegan estava lá. Após a consagração, ele entrevistou na capela o Bispo Williamson diante das câmeras.

 

 A conversa voltou-se para o crime dos nazistas (Por quê? Leia então o artigo Ameaça fantasma, ou não… – NR.) No filme pode se ver como Williamson faz uma pausa e então diz que ele não acredita que seis milhões tenham sido gaseados em câmaras de gás.

 Ante à surpreendente pergunta: Ou seja, não existiram quaisquer câmaras de gás? , o Bispo respondeu: Eu acredito que não existiu qualquer câmara de gás, sim.

 Em matéria de Holocausto, ele se junta aos Revisionistas , os quais acreditam que duzentos a trezentos mil judeus pereceram nos Campos de Concentração. Mas nenhum deles através de gás em uma câmara de gás.

 Então o religioso discorreu ainda sobre as técnicas impróprias como a altura da chaminé, as portas sem vedação, que são mostradas hoje aos turistas em Auschwitz-Birkenau. Se isso não é anti-semitismo , emendou o repórter sueco, o que é então?

 Bispo Williamson: Se anti-semitismo é do mal, ele é contra a verdade. Mas se algo é verdadeiro, ele não é do mal. Não me interessa a palavra anti-semitismo.

 O documentário com 1 hora de duração foi mostrado pela televisão sueca SVT1 na quarta-feira desta semana no programa Uppdrag gransknig , em alemão Auftrag Überprüfung (Missão Verificação) – também na intenet.

 http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=254

 

HORST MAHLER

Domingo, 22 de Março, 2009

Aquele que mente não é páreo para tal força

14/1/2009 

A luta inimaginável de Horst Mahler em prol da liberdade do povo alemão

 

Ele é um herói, este homem, que juntamente com seu jovem batalhão de auto-denunciantes entrará para a história por ter registrado nos autos do judiciário, destinado à era pós-republicana, a situação das pessoas na atual República Federal da Alemanha.

 Neste momento, Mahler é arrastado por inúmeros tribunais da República alemã para que ele sangre financeiramente e possa ser destruído fisicamente. O jornal Süddeutsche Zeitung usa o cinismo: “Em Munique, iniciou nesta segunda-feira mais um dos inúmeros processos contra o advogado, sob forte esquema de segurança. Provavelmente o próprio Mahler não estará presente.” [sz.de, 12.09.2009]

 A mídia babava de raiva e rendia-se ao ódio ao início do processo, pois Mahler apresentava sem receio aquilo que tinha pesquisado anos a fio, em intenso trabalho. Destaque especial ficou por conta da introdução de Mahler sobre o programa judaico. E, sobretudo, sua alegação: 

O Holocausto é a mais monstruosa mentira da história da humanidade, que serve como arma política para o inimigo dos alemães, o judaísmo.” [Jornal Die Welt, 13.01.2009, pg. 4]

 É claro que o acusado não afirma que o judeu normal, como indivíduo, seja o inimigo dos alemães. Ele se refere à lei judaica, principalmente ao Velho Testamento (Torá), onde o restante da humanidade é caracterizada como inimigo. Esta visão não é nova e mesmo a revista Focus cita neste contexto o historiador romano Tacitus:

 “Entre eles é profano tudo aquilo que é sagrado para nós” julgava o historiador romano Tacitus e se espantava que os judeus “odiavam todas as outras pessoas como inimigos”. [Revista Focus, nr. 38/2001, pg. 130]

 
Horst Mahler – mais de 70 anos e com imensa energia,
conquistada pelo entendimento da realidade mundial
Para apoiá-lo em sua luta, segue sua conta bancária:
Berliner Volksbank
Kto-Nr. 5194719002
BLZ 10090000

 Em uma coisa a mídia era uníssona: o discurso de defesa de Mahler tinha que ser necessariamente proibido (ou seja, contra o ordenamento jurídico penal, contra os direitos humanos, contra a democracia). O sistema Spiegel até espumou de raiva e insinuou que o direito inalienável de Mahler para se defender seriam “declarações inimigas da democracia”. [Der Spiegel.de, 12.09.2009]

 O juiz principal, Martin Rieder, acabou com o ordenamento jurídico do processo e a chamada democracia, quando ele proibiu ao acusado aquilo que consta na carta da ONU sobre os direitos humanos, o direito à sua própria defesa: “O juiz interrompeu… Ele exigiu que Mahler declinasse de suas declarações sobre o Holocausto.” [sz.de, 12.09.2009]

 Nós publicamos a seguir as principais passagens da introdução de Horst Mahler sobre a acusação. A homenagem à Sylvia Stolz, que era parte desta introdução, nós deixamos de lado para não alongar muito o texto, mas que será logo publicada num outro artigo.

 No pseudo-processo jurídico contra mim (Horst Mahler) no Tribunal de Justiça de Munique II

2 KLs 11 Js 4214/07

 

Introdução

 Sim, eu enviei o livro de Germar Rudolf “Lições sobre o Holocausto” na forma digitalizada para três diferentes endereços e eu distribui para inúmeras pessoas o vídeo no formato DVD “As pernas curtas da mentira sagrada” (320 MB).

 Eu estou aqui porque assim o quis. Vocês querem saber por que eu quero?

 A resposta a essa pergunta eu forneço com a conclusão do Prof. Dr. Robert Faurisson, o mais importante revisionista francês sobre a lenda das câmaras de gás, o bastião central da religião do Holocausto, e que foi publicada no jornal La Montagne, edição de 8 de janeiro de 2009. Assim segue:

 

“O eixo norte-americano-sionista fosforizou as crianças alemãs, atomizou as crianças japonesas, tratou as crianças vietnamitas com o agente laranja e as crianças iraquianas com urânio enriquecido. Chegou a hora dos vencidos, dos rebaixados e dos ignorados contra-golpearem com aquilo que eu chamo de “bomba atômica dos pobres”, ou seja, por intermédio do Revisionismo Histórico. Esta arma não mata quem quer que seja, nem difama as pessoas. Ela mata somente a mentira, a difamação, o mito do ‘Shoa’ assim como o horrível Shoa-Business, que é tão prezado por pessoas como Bernard Madoff, Elie Wiesel, os consortes dos ‘salvos milagrosamente’ e dos assassinos de crianças, em Gaza.”

 Deixemos que a “Flauta Mágica” de Mozart, em uma representação clássica (Deutsche Grammophongesellschaft, Orquestra do Estado da Bavária sob direção de Sawallisch, Regie Everding), faça seu efeito, e eles entenderão o que eu digo.

 Jesus falou para os líderes do povo judeu:

 “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.” [Bíblia, João 8,44-45]

 Nós vivemos em um mundo cada vez mais judaizado, cujos fundamentos baseiam-se em mentiras descaradas. A maior mentira é a mentira do Holocausto. Matá-la é o dever mais nobre do alemão, que ainda quer ser alemão. No cumprimento deste dever, eu vou avançar com bons exemplos.

 Eu sinto uma profunda dor quando observo quantos companheiros de meu povo, sob uma obsessão satânica, tomam a mentira pela verdade e perseguem qualquer um que, sob dores, pôde deixar o inferno e descobriu a luz do sol.

 Diante de seu Deus Jeová, os judeus têm a missão de conquistar o mundo através do empréstimo de dinheiro contra o recebimento de juros, pois está escrito:

 “Porque o SENHOR teu Deus te abençoará, como te tem falado; assim, emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos; e dominarás sobre muitas nações, mas elas não dominarão sobre ti.” [Bíblia, Deuteronômio 15,6] e 

“E o SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto do teu solo, sobre a terra que o SENHOR jurou a teus pais te dar. 12 O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado. 13 E o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do SENHOR teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir. 14 E não te desviarás de todas as palavras que hoje te ordeno, nem para a direita nem para a esquerda, andando após outros deuses, para os servires.” [Bíblia, Deuteronômio 28,11-14]

 E é permitido escravizar os povos e matá-los no caso de resistência. Pois está escrito:

 “E os filhos dos estrangeiros edificarão os teus muros, e os seus reis te servirão; porque no meu furor te feri, mas na minha benignidade tive misericórdia de ti. 11 E as tuas portas estarão abertas de contínuo, nem de dia nem de noite se fecharão; para que tragam a ti as riquezas dos gentios, e, conduzidos com elas, os seus reis. 12 Porque a nação e o reino que não te servirem perecerão; sim, essas nações serão de todo assoladas. [Bíblia, Isaías 60,10-12]

 Como nós, não-judeus, somos tolos, pois não levamos a sério estas passagens da Torá! Os judeus poderosos, os príncipes do dinheiro, vivem segundo tais escritos e agem conforme o que lhes foi ordenado. Quando eles – o que está tão claro nos dias de hoje – nos roubam através de falcatruas, eles não ficam com a consciência pesada, pois com o roubo e o assassinato eles realizam o desejo de seu Deus.

 Todavia, nestes dias de hoje, o domínio judaico encontrou o necessário fim. Em setembro de 2008, com a falência do instituto financeiro judaico Lehman Brothers, apareceu uma “cesura na história mundial” [Jornal FAZ, 10.01.2009, pg. 9]. “Com a implosão do sistema bancário das sombras, não-regulamentado, desmoronou um pilar central do modelo econômico neoliberal.” [FAZ, 10.01.2009 pg. 19]

 O dinheiro se foi e nunca mais retornará sob os fundamentos de um sistema bancário privado, pois o dinheiro é uma relação social de confiança. Quem sustentava esta confiança era o sistema bancário particular. Agora é reconhecido que este ficou à mercê de uma obrigação sistêmica para a fraude, sim, que a existência da falcatrua seja o próprio sistema monetário. Um golpista terá somente sucesso, enquanto ele não seja reconhecido como tal. Agora nós o pegamos – mundialmente.

 O Nacional-Socialismo histórico considerou a escravidão dos juros como tumor cancerígeno no seio da sociedade, mas não tinha ainda reconhecido como tal a motivação sistêmica para a falcatrua mundial generalizada. Que esta motivação tenha gozado de uma calmaria no século passado, no mundo “globalizado”, agindo desimpedida até o atual colapso financeiro, isso os judeus conseguiram através da religião do Holocausto. Ela evitou a devida atenção à judiaria, que incorporava o “não à existência dos povos” (Martin Buber), ou seja, contra os golpistas, ladrões e genocidas.

 A confiança na moeda judaica, o dólar, acabou. Com isso acabou o dinheiro. Com o dinheiro judaico vai junto o poder judaico. O mundo está diante de um novo divisor de águas, como aparece a cada mil anos.

 Agora o dinheiro só pode aparecer novamente sob uma diretriz nacional-socialista, somente através do fim da escravidão dos juros. Nós vivenciamos com espanto, como agora, por toda a parte, o Estado atua como salvador dos bancos; o Estado, o qual está ele próprio endividado, ele próprio um devedor desvairado do sistema bancário judaico. Estes “pacotes de salvamento” soam nada mais como uma nova edição do “golpe mundial do dinheiro” (Hamer), mas em outra proporção. Isto levará logo, logo, a uma súbita hiperinflação.

 Somente o Estado, que através da estatização dos bancos sobre a base de uma economia doméstica nacionalista, tenha se libertado da armadilha da dívida – o Estado nacional-socialista, pode restabelecer a necessária confiança para a criação de um sistema monetário. Como os povos desenvolvidos, com sua complexa divisão do trabalho, não podem sobreviver sem sistema monetário, espalha-se por todos os povos uma força interior de sobrevivência, através da qual a própria energia será canalizada para o renascimento da idéia do Nacional-Socialismo. E será o povo alemão, que através de sua vocação e experiência histórica, que dará o exemplo e mostrará o caminho para sair da catástrofe. O primeiro passo será retirar o Nacional-Socialismo histórico, personificado em Adolf Hitler, do banho ácido da mentira histórica judaica. Isso já levará à morte a religião do Holocausto.

 O primeiro empurrão para este ato de libertação deve partir do próprio povo alemão, pois nossos naturais aliados nesta guerra, principalmente o mundo islâmico, não podem fazer muita coisa para valer nesta área, enquanto aparentemente o povo alemão esteja aferrado à idéia de ser o assassino da judiaria. Os alemães que se odeiam – as boas pessoas – que trabalham sob este manto, estão se confrontando com seu próprio ser. Eles são auxiliares do genocídio não somente de seu próprio povo. Eles são co-responsáveis pelo genocídio do povo palestino, do povo iraquiano, do povo afegão e dos futuros genocídios que serão perpetrados pelos EUA em cooperação com Israel.

 Para o levante dos alemães que ainda querem ser alemães, a justiça do Holocausto é a frente decisiva e estratégica. As salas dos Tribunais de justiça são campos de batalha. A advogada Sylvia Stolz colocou balizas aqui. Minha reverência a ela, com gratidão e respeito. Ela é agora minha companheira – ou eu deveria dizer: minha companheira de luta?… 

A era da personalização moral apareceu com o levante do povo alemão no ano de 1933, com o Nacional-Socialismo. O povo alemão unido neste espírito é grande e forte o suficiente para quebrar a escravidão dos juros e tomar a liderança na revolução mundial anti-mamonista. O Nacional-Socialismo, através de seu exemplo contra a antiga ordem das coisas, o liberalismo, foi uma ameaça mortal nos países-berços do individualismo – na Grã-Bretanha, França e nos EUA. À vista deste perigo, os líderes da plutocracia (os senhores do dinheiro), conseguiram unir potências inimigas entre si contra o Reich alemão – o desafiante comum – para subjugá-lo com forças unidas e expulsá-lo de vez do palco da história mundial. Quais são, então, cada uma das condições para o sucesso do inimigo? 

1. A continuada guerra contra o Reich alemão deve ser vista como período de paz.

 2. O inimigo deve ser visto como amigo pelos alemães. 

3. Os alemães devem acreditar que a Lei Fundamental imposta seja “sua Constituição” e que a “República Federal da Alemanha” seja seu Estado e que os representantes colocados ali pela Lei fundamental sejam de representantes do povo alemão.

 4. Deve ser inculpado nos alemães um complexo de culpa que os impeça de ser orgulhosos de si próprios.

 5. Os alemães também devem negar sua inimizade com os judeus do fundo de seu ser e achar que o “povo eleito por Deus” – nosso eterno inimigo – seja a “vítima inocente” de um ódio irracional e da inveja, e esteja preparado interiormente para qualquer tipo imaginável de penitência.

 6. A cosmovisão Nacional-Socialista deve parecer o renascimento do inferno para os jovens alemães, através de uma diária e cada vez maior propaganda mentirosa, para que então, qualquer aproximação a este ideário provoque o suor na testa dos alemães.

 7. Ao invés da cosmovisão nacional-socialista, os alemães devem ininterruptamente ser bitolados em todos os níveis no “american way of life” (o estilo de vida norte-americano), como a única verdade de fato.

 8. Para reprimir o ímpeto próprio dos alemães em melhorar o mundo, eles devem arranhar na superfície a maldade à espreita presente em todas as pessoas, com os métodos mais refinados, para que nós duvidemos finalmente de nós mesmos diante do atual repúdio às pessoas que nos cercam, que “as pessoas sejam más por natureza” e a tentativa em melhorá-las nos faça parecer tolos.

 9. O protesto dos alemães contra os atos do inimigo deve ser colocado na espiral do silêncio através de seu poder na mídia.

 10. Para manter intacta a espiral do silêncio, aqueles indivíduos que emprestam suas vozes à verdade histórica devem ser silenciados através do código penal.

 Estas conclusões foram feitas através da experiência, como exemplo!

 É crível que o inimigo, que admite ter sido imbuído da missão de escravizar todos os outros povos, e exterminá-los no caso de resistência, e por isso mesmo acredita ser odiado por todos os povos, – é realmente crível que este inimigo, de repente, esteja cheio por amor aos povos, principalmente ao alemão?

 É crível que no momento de sua vitória militar sobre o Reich alemão, o inimigo tenha abandonado seus objetivos de guerra?

 É crível que o inimigo coloque à prova sua arma psicológica mais poderosa – o “porrete de Auschwitz” (Martin Walser), através da verificação por um tribunal independente dos vitoriosos, pois ele ainda precisa dela e a revelação de seus segredos o arrastaria para o fundo do poço?

 Quem ainda acredita nisso não tem salvação…

 O processo contra Sylvia Stolz é a tentativa de proteger a trincheira de nosso inimigo contra a descoberta e sua destruição. Se esta tentativa vai dar certo ou irá falhar, isso depende de todos nós. Chegou a hora de levantarmos contra o domínio estrangeiro.

 E assim eu estou aqui, pois não consigo fazer outra coisa. Eu não posso mais viver em um mundo judaizado. Mas eu não irei – para me livrar dele – cometer suicídio. Portanto, resta a mim nada mais que fazer de tudo para mudá-lo.

 Deutschland erwache!

 

http://globalfire.tv/nj/09de/verfolgungen/mahler.htm

 

Está amadurecendo a época para que a Questão Judaica seja passada a limpo, debatida às claras, sem o receio de acusações insanas e torpes como “racismo” ou “anti-semitismo”. Usar covardemente o código penal para se livrar do debate de idéias, somente prejudicará aqueles seres humanos que professam essa religião e são intrumentalizados inconscientemente pelo fundamentalismo judaico, o sionismo – NR.

 Leia também o debate entre Horst Mahler e Michel Friedman, ex-vice-presidente do Conselho Central dos Judeus na Alemanha: Heil Hitler, Herr Friedman!

 http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=245